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De que forma as novas tecnologias para a saúde irão influenciar no futuro dos hospitais?

O setor de saúde já está sendo aprimorado com o uso cada vez maior de objetos conectados à grande rede e as tendências e inovações chegam nas tecnologias voltadas para o cuidado com o paciente, que visam revolucionar a medicina e a vida dos pacientes.
 
Em pouco tempo será possível acessar dados de saúde e todo o histórico de pacientes a qualquer hora, em qualquer lugar, com base em informações de dispositivos conectados. E desta forma, as idas aos consultórios poderão ser reduzidas significativamente.
 
A Internet das Coisas é obrigatória quando se fala dos avanços e as tendências tecnológicas na área da Saúde. E os números de crescimento dessas aplicações são impressionantes, segundo levantamento do International Data Corporation (IDC), até 2020 o mercado mundial de solução para a Internet das Coisas deve movimentar US$ 7,1 trilhões.
 
Outra aposta é a ideia do próprio paciente ter autonomia em relação a sua saúde, com os chamados Personal Health Recorder (PHR). O cruzamento de informações de diversas fontes e tecnologias ajuda a acelerar os diagnósticos, disponibilizando assim aos pacientes as informações mais relevantes de sua saúde.
 
A impressão tridimensional também promete mudar as estruturas dos materiais e equipamentos médicos, assim como reduzir muito os custos. Com essa tecnologia, os pacientes também vão sair ganhando, pois permitirá a produção de itens personalizados, adaptados perfeitamente às necessidades fisiológicas de cada paciente.
 
Confira algumas outras tendências para o Hospital do Futuro, que foram mencionadas por Pablo Borràs, senior associate do IESE, durante o 5º Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp):
 
Envelhecimento irá desafiar os hospitais – o aumento da demanda por serviços de saúde e a escassez cada vez maior de recursos farão com que os hospitais façam mais com menos, focando em qualidade e eficiência.
 
Novo escopo de serviços – os hospitais líderes passarão a oferecer serviços além dos convencionais, como medicina personalizada, diagnóstico com base em genoma e farão o manejo de doenças crônicas e programas de prevenção.
 
 
Centros de Inovação e Tecnologia – as organizações líderes serão as principais impulsionadoras da inovação em serviços e desenvolvimento tecnológico.
 
 
Pesquisa e educação como resultados-chave – os líderes permanecerão como os principais centros de pesquisa, educação e treinamento de novos profissionais, gerando conhecimento e unificando o papel na formação de novas lideranças.
 
 
Profissionais de saúde na governança hospitalar – médicos e outros profissionais desempenharão funções diferentes e terão papel mais ativo na estratégia e no gerenciamento das organizações.
 
 
Times serão orientados por processos – para acompanhar a nova configuração das instituições, o modelo organizacional se transformará e passará a ser orientado por processos.
 
 
Hospitais mais conectados – pacientes passarão cada vez menos tempo nas dependências do hospital. Os profissionais farão monitoramento à distância ou mesmo em domicílio.
 
 
Inovação centrada no paciente – as instituições irão redesenhar a experiência de serviços, de modo a se tornarem centradas nos pacientes. Times multidisciplinares irão dialogar com pacientes para aumentar a qualidade do cuidado, engajamento e satisfação.
 
 
A realidade é que a ciência e o avanço da medicina irão transformar o papel e a imagem dos hospitais. Os avanços em tratamentos e diagnósticos, a presença cada vez maior da robótica da medicina e a mudança da pirâmide etária do país exigem um novo perfil de hospital.
 
Mas será que os hospitais atuais estão preparados para lidar com as mudanças de paradigmas? Fica essa questão.
 
 
 
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