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Como a Transformação Digital pode ser aliada da segurança do paciente?

A tele saúde, digitalização, liderança e qualidade de atendimento foram os principais temas abordados nos 3 dias do 4º Seminário Internacional de Segurança do paciente e Acreditação em Saúde, promovido pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Em formato 100% digital e gratuito, reuniu mais de 9000 inscritos e contou com profissionais ligados à área de saúde e palestrantes nacionais e internacionais.  

O presidente da ONA, Cláudio Josè Allgayer, fez a abertura do evento e agradeceu a presença de todos, mesmo em meio aos desafios que o setor de saúde enfrenta. “Para a realização deste grande evento, nós, da ONA, também tivemos que superar desafios. O primeiro deles foi a definição do formato digital em vez do presencial. Uma novidade para todos nós”. 

O primeiro passo: use a tecnologia com propósito. 

“Precisamos compreender que as tecnologias, como Iteligência Articial, Machine Learning e Prontuário eletrônico, por exemplo, existem para melhorar a vida do paciente”, apontou Jeffrey Braithwaite, presidente da ISQua (International Society for Quality in Health Care). Para a melhoria da digital e fazer com que a tecnologia sirva a esses propósitos. 

Paciente no centro de tudo, inclusive na hora de implantar tecnologias: 

Na palestra sobre como gerar a mudança de cultura organizacional na era digital, peter Lachmann, CEO da ISQua, relacionou a digitalização e a tele saúde às atitudes, crenças e valores dos indivíduos, que influenciem a adoção dessas inovações.  

O risco da desigualdade digital: 

Pedro Delado, vice-presidente do IHI (Institute for Healthcare Improvement levantou a questão das desigualdades digitais na América Latina. “Existe uma pobreza digital, então quando falamos de mudança digital, questionamos sobre as pessoas que não têm acesso a um computador ou a outro dispositivo tecnológico, ou não têm acesso à internet, então precisamos ser proativos para entender essa necessidade, se não vamos ficar mais e mais para trás”.  

O novo e tradicional continuarão convivendo: 

A transformação digital na saúde, mesmo depois da pandemia, será uma realidade com a mistura do antigo normal com o novo normal. Haverá problemas de queda de internet, problemas de infraestrutura, “mas se quisermos vai acontecer. O mundo pós-pandemia será mais digitalizado do que nunca, o entretenimento será diferente, a forma de nos comunicar será diferente, E a qualidade, na saúde, está mais forte do que nunca. Uma consulta digital pode reduzir as visitas a um hospital, é uma conveniência para os pacientes, e nisso não se vê nenhum sacrifício na segurança do paciente. Mas a mudança não acontece do dia para noite; exige, sim, uma mudança na cultura”, afirmou Peter Lachman. 

Fonte: ona.org.br 

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